Se o seu negócionão aparece no Google,o cliente vai proconcorrente que aparece.
Faço sites para lojas e profissionais de São Gonçalo,
Niterói e do Rio de Janeiro — sites que aparecem no Google
e levam quem chega direto pro seu WhatsApp.
Sites que aparecem no Google✦Passam confiança✦Levam o cliente pro WhatsApp✦São Gonçalo✦Niterói✦Rio de Janeiro✦
Quem sou eu?
Sou o Patrick, desenvolvedor de sites em São Gonçalo.
Programo o site inteiro eu mesmo, não revendo tema pronto nem terceirizo
pra ninguém. Trabalho direto com o dono do negócio, sem agência no meio:
você fala comigo do início ao fim, e é comigo que você resolve qualquer
coisa depois que o site estiver no ar.
Sou de São Gonçalo, e é aqui e em Niterói
que dá pra marcar de conversar pessoalmente. Mas o trabalho inteiro funciona
a distância: já fiz site pra cliente em Salvador. Se você é de outro estado ou de fora do Brasil, me chama do
mesmo jeito.
Não é pra largar o Instagram — é pra ele não ser o único lugar onde o seu negócio existe.
No Instagram
Alcance
O algoritmo decide quem vê o seu post — inclusive gente que não está procurando o que você faz. É ótimo pra ser visto e criar conexão. Mas a atenção no feed se dispersa em segundos.
No Google
Intenção
Quem te encontra já está pesquisando exatamente o que você oferece. A pessoa chegou querendo resolver algo — você só precisa estar lá quando ela procurar.
Isso não é garantia de primeiro lugar no Google — quem promete isso está enganando.
É estar na disputa por quem já está procurando. Sem site, você não entra nem nela.
O que o site faz pelo seu negócio
Aparece na busca
Montado pra ser encontrado quando alguém pesquisa o que você faz na sua região.
Passa confiança
Quem você é, o que faz e provas reais do trabalho — sem a pessoa precisar rolar feed nem caçar destaque fixado.
Guia até o contato
Cada seção é organizada pra levar o visitante até o botão de contato. No feed a atenção se dispersa; no site ela tem um caminho.
Contato em um toque
Botão de WhatsApp em todo lugar. Sem formulário chato, sem e-mail que ninguém responde.
Feito pro celular
A maior parte das visitas vem do celular. O site é pensado pra ele primeiro.
No seu próprio endereço
Perfil pode ser bloqueado, perder alcance ou sair do ar de uma hora pra outra. O site fica no seu domínio, sem depender de regra de plataforma nenhuma.
O que as pesquisas mostram — e o que não mostram
10%
dos pequenos negócios brasileiros têm site próprio. No Instagram estão 64%. Ou seja: no feed você disputa com quase todo mundo; na busca, com poucos.1
73 mi
de brasileiros compraram pela internet em 2024 — e só 22% deles compraram por rede social. A maior parte das decisões acontece fora do feed.2
88%
dos pequenos negócios usam internet no dia a dia, mas o uso é básico: rede social e banco. Quem vai um passo além se destaca.3
O que esses números mostram: onde as pessoas estão e onde a sua concorrência não está.
O que eles não mostram: quantos clientes você vai ganhar. Isso depende do seu serviço, da sua região e de como você atende quem chega — não existe número honesto pra prometer isso, e desconfie de quem promete.
Você me conta como é o negócio e como o cliente chega até você hoje. Pelo Instagram mesmo.
2
Proposta
Te mando o que o site vai ter, prazo e valor. Sem surpresa depois.
3
Desenvolvimento
Eu monto, você acompanha e pede ajuste antes de ir pro ar.
4
Site no ar
Publicado no seu endereço, com você sabendo mexer no que precisar.
O que todo dono de negócio me pergunta
Você atende São Gonçalo e Niterói? E fora daí?
Moro em São Gonçalo, então São Gonçalo e Niterói são onde eu atendo de perto — se preferir conversar pessoalmente, dá pra marcar. Fora daí, o trabalho inteiro funciona a distância: já fiz site pra cliente em Salvador sem a gente nunca ter se encontrado. Outro estado ou outro país, me chama do mesmo jeito.
Funciona mesmo? Vou aparecer no Google?
Ninguém pode garantir posição no Google — quem promete isso está enganando. O que o site faz é te colocar na disputa por quem já está procurando o que você oferece. Sem site, você não entra nem nessa disputa. E a disputa é menor do que parece: só 10% dos pequenos negócios do país têm site, contra 64% no Instagram.
Quantos clientes a mais eu vou ter?
Não sei — e desconfie de quem diz que sabe. O site resolve uma parte do caminho: ser encontrado por quem procura, passar confiança e levar a pessoa até o seu contato. O resto depende do seu serviço, do preço, da região e de como você atende quem chega. Eu não prometo número; prometo que essa primeira parte vai estar bem feita.
Tem algum dado que prove que site faz diferença?
Tem dado sobre onde as pessoas estão, não sobre quanto você vai vender. Segundo o Sebrae, 73% dos pequenos negócios têm perfil em redes sociais e só 10% têm site próprio. Segundo o Cetic.br, 73 milhões de brasileiros compraram online em 2024, e só 22% deles por rede social. Isso mostra que a maioria decide fora do feed — e que pouca gente do seu ramo está lá pra ser encontrada. As fontes estão linkadas na seção “O que você ganha”.
Quanto tempo leva?
Depende do tamanho do site. O prazo vai na proposta, antes de começar — você sabe a data desde o primeiro dia.
Preciso saber mexer em site depois?
Não. O site é feito pra você não precisar mexer. E quando o negócio tem algo que muda sempre — produtos, preços, fotos — dá pra montar uma área onde você mesmo atualiza, como fiz pra Delka.
Vou ter que largar o Instagram?
Não — e nem deve. O Instagram traz visibilidade e conexão; o site traz autoridade e o caminho direto pro contato. Um alimenta o outro: o link da bio leva pro site, e o site leva pro seu WhatsApp.
Quanto custa?
Depende do que o site precisa ter. Na primeira conversa eu entendo o negócio e te passo o valor na proposta, antes de qualquer trabalho começar. Sem surpresa depois.
Quer ver se isso funciona pro seu negócio?
Me chama. A primeira conversa é só pra entender se faz sentido.